"Como recordamos  a dor e a ameaça de morte mais vivamente que o prazer"

O Horror Sobrenatural em literatura - H. P. Lovecraft
" O fracassado nunca começa,
O perdedor nunca termina
E o vencedor nunca desiste."

!Televisão:um bem ou um mal?!

A televisão faz parte das nossas vidas, nossa casa é invadida por diversos programas, seriados, tele-jornais e novelas.O hábito de assistir TV nos ajuda ou atrapalha? Essa é uma questão muito discutida.
No meu ponto de vista a televisão afeta as pessoas de maneiras diferentes por isso algumas são beneficiadas e outras não.

Algumas pessoas ficam o dia inteiro em frente à TV e não é sempre que a televisão passa algo produtivo e/ou informativo, além disso, acabam se tornando sedentárias, por fazerem suas refeições em frente ela e não praticarem exercícios (e atividades)físicos(as) por isso o televisor afeta essas pessoas de modo ruim.

As pessoas que assistem à jornais e outras coisa que nos ensinam/informam ,mas que não ficam o dia todo assistindo, são afetadas de maneira boa, pois aprendem algo produtivo e ficam saudáveis.

A televisão não é um mal, quando usada de maneira correta é benéfica, por isso assista coisas produtivas e não assista o dia todo.
Estes dias li uma frase e achei interessante e resolvi postar aqui para sua reflexão...

" A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos "

!Salvo por uma vírgula!


Conta-se que ,há muito tempo ,
num reino distante e feliz,um rei governava com bondade e alegria.Quanto mais o tempo passava, mais o seu reino crescia e se fortificava.
O rei era muito estimado,querido e respeitado por todos,porém aquele reino amanheceu em total alvoroço!
No silêncio da noite alguém havia colocado uma placa na entrada principal do reino e haviam escrito naquela placa, em letras garrafais,uma frase contra o rei:'matar o rei não é crime'.
Todos os súditos entraram em total desespero pois sabiam que o rei corria sério risco de perder a vida!Apesar de ser bondoso e misericordioso , mitas pessoa não gostavam dele.

Logo trataram de proteger o rei,que ,por sua vez, passou aviver enclausurado dentro do próprio palácio .

Apesar de toda coragem que possuía ,seus súditos não o permitiam deixar as dependências do palácio, pois temiam que algo lhe acontecesse de fato.

Além do mais, a notícia havia se espalhado rapidamente e, em todo o reino,pessoas comentavam:'matar o rei não é crime'.
D urante muitos e muitos dias a placa ficou ali com a frase maquiavélica que mais parecia a sentença de morte do rei.

Um certo dia porém, vindo um sábio amigo do rei de outro reino bem distante , parou em frente a placa que continuava a sentenciar:'matar o rei não é crime' e analisou o escrito com muita calma.

De repente gritou -já sei,já sei como salvar o rei!vou salva-lo usando a mesma arma que usaram pra tentar matá-lo:com a placa.
-como assim?-perguntou alguém
-meu caro-disse o sábio amigo do rei-a frase diz que 'matar o rei não é crime', não é verdade?
-sim-disse o rapaz sem nada entender
-se apenas acrescentarmos uma vírgula não haverá mais ameaça alguma.
-continue,continue-disse o jovem que acompanhava o amigo do rei .


O sábio então pega um pincel,uma escada e um pouco de tinta e vai até a placa;com apenas uma pincelada cria uma vírgula mudando radicalmente aquela frase de 'matar o rei não é crime'passou a'matar o rei não, é crime' assim o rei foi salvo por uma vírgula e o reino voltou a ser feliz.

Lembre-se: uma vírgula pode fazer muita diferença.

Porque Nesher?(Águia em hebraico)



Tomamos com exemplo para este ministério a águia. Ela é uma ave que possui a maior longevidade da espécie, chegando a viver cerca de 70 anos. Porém, para chegar a essa idade, aos 40 anos, ela precisa tomar uma séria e difícil decisão. Nessa idade, ela está com as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais caçar suas presas para se alimentar: seu bico alongado e pontiagudo já está curvo; suas asas estão apontando contra o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas; e voar já está se tornando uma tarefa difícil!

Então, a águia só tem duas alternativas: morrer... ou, enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Essa etapa consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar. Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a rocha até conseguir arrancá-lo.

Depois de arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E somente depois de 5 meses ela sai para seu famoso vôo de renovação. E poderá viver, então, por mais uns 30 anos.

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação, libertação, que somente em Jesus Cristo de Nazaré pode nos dar. Para que continuemos a voar um vôo de vitórias, devemos nos desprender das (más) lembranças, (maus) costumes, do ódio, do medo, de envolvimentos com o ocultismo e outras tradições (maldições) que nos causaram dor/ escravidão/jugo. Somente quando nos livramos do peso do passado é que podemos aproveitar o resultado valioso que uma vida vitoriosa em Jesus Cristo –“ Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão”.Gl 5:1

A águia é intrípeda, enfrenta o perigo, não se deixa vencer – “... Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder...”.II Tim. 1:7 . Ela não aceita cativeiro, nega-se a perder a liberdade. Suas asas a levam acima das nuvens; levam-na ao seu habitat natural – as alturas. Deus nos fez para alçar vôo. Ele não deseja que seus filhos vivam rastejando .

“... os que esperam no Senhor... sobem com asas como águias..” – Is. 40:31. “ " a águia que voa pelos céus.” – Pv. 23:5. A águia adora um vendaval, uma tempestade, porque quanto mais forte o vento, mais alto ela voa. Vale-se das intempéries para desenvolver suas asas, vigorá-las e torná-las ainda mais poderosas. “ Seu vôo é impetuoso” – Dt. 28:49. A águia é fiel por natureza. Só aceita um único macho durante toda a vida. A fidelidade é traço característico das águias de Deus, porque “Deus é fidelidade...” – Dt. 32:4.

A águia é uma espécie rara, é vigorosa, enxerga tanto de dia quanto de noite. A águia do alto, seleciona a presa, e desce como uma flexa sobre ela (é caçadora). É devoradora. Não se alimenta de nada em decomposição. Possue olhos frontais ( em Jesus). Constrói seu ninho nos penhascos. Morre voando (em vitória para a vida eterna).

Apocalipse.



Antes de meditar na letra desse hino,pense no país afetado pela radiação,no maremoto pós terremoto no Japão e nas outras catástrofes que estão ocorrendo no mundo todo,será que tudo não passa de coincidências ou é a bíblia se cumprindo,o apocalipse acontecendo...

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Quando a última trombeta o anjo tocar

Anunciando a volta do Filho de Deus

A lei da gravidade não impedirá

Aquele que é salvo de subir pra o céu

Em algum lugar nas asas do universo

Nos encontraremos em corpo de glória

Em uma só voz a Igreja dirá:

"Tragada foi a morte pela vitória"

E a Igreja bradará bem alto:"Onde está ó morte a tua vitória?Onde está inferno o teu aguilhão?" Enquanto a Igreja lá no céu recebe o galardão

A Terra vai entrar na fase da tribulação

As reações em cadeia gera uma teia

Transformando em presa a população O magma da Terra super aquecido

Cria terremotos e acende os vulcões


As placas tectônicas se movimentam


Causando maremotos e destruições

As bombas nucleares feitas de plutônio

Irão destruir a camada de ozônio

Expondo este planeta aos raios do sol

Vulnerável quanto um peixe no anzol

A Terra que hoje canta vai estar mais triste

Vai gemer e chorar no apocalipse No apocalipse quem está na Terra

Vai entrar em guerra pela própria vida

No apocalipse a terra treme

E esse mundo geme com a ferida

Que a Igreja causou

Ao deixar a humanidade subdividida, filho para um lado

E a mãe para o outro

Sem direito ao adeus

Na hora da partida

No Apocalipse No apocalipse a dor vai ser grande

A lua cor de sangue revela tristeza

E o sol com certeza não irá brilhar

Porque mais forte que o sol brilhava a Igreja

E Jesus levou no arrebatamento

Agora, em descontrole, chora a natureza

Sem o sal da terra, sem a luz do mundo

E a humanidade toda estará indefesa Mas, no apocalipse, a Igreja estará no céu

Porque Deus não deixa perecer aquele que é fiel

Medo



Estes dias eu fui em um culto onde um jovem falava sobre medo...
o que me fez refletir...
o medo nos impede de agir,nos impede de tomar decisões,nos impede de sermos nós mesmos e os outros não nos aceitarem,nos impede de arriscar e esquecemos que se não tentarmos não vamos conseguir, se não arriscarmos não vamos evoluir...e que é com os nossos erros é que vamos aprendendo a ser seres-humanos melhores e a sermos humildes,pois errando percebemos o óbvio:não somos melhores que ninguém, apenas há pessoas que se esforçam e se arriscam mais que os outros...

O homem trocado.



O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
- Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum.
- Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano.
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar nauniversidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mêspassado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? - perguntou, hesitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?

Autor:Luis Fernando Veríssimo

A frase famosa.

Certa vez uma turma de direito de uma faculdade teve a ideia de estampar uma frase em uma camiseta para provocar as demais turmas.Veja a frase à seguir:

*Se seu namorado não faz direito,nós fazemos.

A turma de medicina resolveu também fazer a sua:

*Não adianta fazer direito sem conhecer a anatomia.
A turma da administração resolveu também participar:
*Não adianta conhecer e fazer direito,se não souber administrar.
A turma de agronomia entrou também na brincadeira:
*Não adianta conhecer,fazer direito,saber administrar, se não souber plantar a mandioca.
A turma de publicidade que era muito criativa bolou a sua frase:
*Não adianta conhecer,fazer direito,saber administrar, saber plantar a mandioca, se não puder contar pra todo mundo.
Então foi a vez da turma de engenharia:
*Não adianta conhecer,fazer direito,saber administrar,saber plantar a mandioca,poder contar pra todo mundo,se não tiver potência pra fazer várias vezes.
A turma de econômia julgou que eram imprescindíveis e bolaram o seguinte:

*Não adianta conhecer,fazer direito,saber administrar,saber plantar a mandioca,poder contar pra todo mundo,ter a potência pra fazer várias vezes,se mulher gosta mesmo é de dinheiro.

As meninas da nutrição se sentiram ofendidas e resolveram ir à forra colocando um ponto final na situação.

*Não adianta conhecer,fazer direito,saber administrar,saber plantar a mandioca,poder contar pra todo mundo,ter a potência pra fazer várias vezes,ter dinheiro,se a gente tem que ensinar à comer.



Autor desconhecido.

Filme:Antes que termine o dia.


E se você não soubesse o que tinha...
Até perder para sempre?

E se a vida te desse uma segunda chance...
Para amar quem você já perdeu
E se você tivesse um dia...
Para mudar o destino?
Antes que termine o dia

Ian (Paul Nicholls) e Samantha (Jennifer Love Hewitt) formam um casal feliz
e cheio de planos para o futuro.

Enquanto Samantha busca demonstrar seu amor a todo momento, Ian procura voltar sua atenção para a carreira e os amigos.
Após um dia em que tudo deu , eles terminam o namoro.
Entretanto um acidente faz com que a vida deles mude de rumo.

No dia seguinte Ian percebe que acordou novamente no dia anterior, tendo a chance de refazer tudo o que tinha feito antes, só que agora da forma correta

se houver amanhã...(sinopse)



Relata a história de uma mulher chamada Tracy Whitney,
que se considerava a mulher com mais sorte no mundo.

Ela ganhava bem em seu emprego e ia se casar com um homem da alta-sociedade, que era carinhoso e bonito, tudo o que uma mulher poderia desejar. Esse sentimento de felicidade durou somente até uma tragédia acontecer com sua mãe, e Tracy cair em uma cilada e ser condenada a quinze anos de prisão.
Ela conseguiu a liberdade antes do prazo, e começou a bolar a vingança contra todos os que a haviam prejudicado.

Gostou de enganar pessoas que enriqueciam à custa de outros e assim tornou-se uma ladra, que se passava por várias mulheres diferentes.

Um detetive foi incumbido de desvendar o caso. Ele já sabia desde o começo quem era a mulher, mas precisava de provas, pois Tracy e seus crimes eram um desafio para a polícia
RETIRADO DO SITE:www.oyo.com.br

O pequeno príncipe

Essa sinopse é longa mas vale a pena ler...


Esta é a estória de um príncipe que vivia em um pequeno planeta. O narrador anônimo encontra o pequeno príncipe quando seu avião cai no Deserto do Saara. O narrador se empenha em consertar seu avião, quando ele ouve uma pequena voz lhe pedindo para desenhar uma ovelha. O narrador se volta e vê o pequeno príncipe.
O narrador descobriu que o príncipe veio de um planeta tão pequeno que ele podia observar o pôr do sol a qualquer momento que quisesse, tendo apenas que se virar. A razão por que ele queria a ovelha era porque as ovelhas comem pequenas plantas. Ele queria que a ovelha comesse os baobás que eram um grande problema em seu planeta. O narrador diz que os baobás são árvores grandes, mas o príncipe explica que elas começaram pequenas. Contudo, o príncipe ficou preocupado, porque ovelhas também comem flores, e o príncipe tinha uma flor muito especial em seu planeta, uma que ele muito amava. A flor, apesar de bela e cheirosa, era boba e exigente. Mesmo que ingenuamente não tivesse medo de tigres, crendo que seus espinhos a protegeriam, ela exigia que o príncipe construísse uma tela para protegê-la do calor. Ela lhe disse para colocá-la debaixo de uma esfera de vidro à noite para protegê-la do frio.

Apesar de o príncipe amá-la, ele se cansou de ouvir suas palavras e suas exigências, por isso ele deixou o planeta.
Antes de chegar à terra, o príncipe visitou muitos planetas. Um rei vivia no primeiro planeta que ele visitou. O rei ficou feliz em ter um súdito. O rei exigiu obediência. Ele tentou fazer o príncipe ficar, mas o príncipe partiu, pensando em como as pessoas adultas são estranhas.

Um homem presunçoso ocupava o segundo planeta. O homem presunçoso queria que o príncipe o aplaudisse e o saudasse. O príncipe se cansou disso, e quando partiu, estava mais convencido do que nunca de que os adultos eram muito estranhos.
Um bêbado ocupava o terceiro planeta. O príncipe perguntou por que ele bebia. O bêbado respondeu que ele bebia para se esquecer de se sentia envergonhado por beber. O quarto planeta era ocupado por um homem de negócios que não fazia outra coisa senão contar estrelas, dizendo que eram todas dele. O príncipe pensou que esses homens eram tão estranhos quanto os outros. O quinto planeta era o menor, e era ocupado apenas por um acendedor de lampiões, cujo trabalho era acender a lâmpada solitária da rua. Contudo, o acendedor estava exausto, dizendo que seu trabalho já tinha sido muito melhor. Ele acendia a luz da rua à noite e a apagava pela manhã, dando-lhe o resto do dia para descansar, e ele podia dormir à noite. Contudo, o planeta começou a girar mais e mais rápido. O dia durava apenas um minuto, por isso ele tinha que constantemente acender e apagar a lâmpada. O príncipe sentiu muito ter que deixar este planeta, pois os dias curtos significavam que ele tinha muitos pôr do sol.

O sexto planeta era maior e ocupado por um geógrafo. Mas ele era incapaz de contar ao pequeno príncipe qualquer coisa sobre o seu planeta, porque não era um explorador. Ao invés disso, ele pediu ao príncipe que lhe falasse sobre o seu país. O príncipe disse que ele não era muito interessante, porque era pequeno. O geógrafo aconselhou o pequeno príncipe a visitar a terra.

Quando o príncipe visitou a terra, ele não viu ninguém a princípio. Ele continuou andando e por acaso encontrou um jardim de rosas. Ele ficou muito triste ao perceber que sua flor, que ele achava ser completamente única, era apenas uma rosa comum como aquelas no jardim. Então ele encontrou a raposa. Ele pediu à raposa para brincar com ele, mas a raposa disse que não podia, pois a raposa não era mansa, o que o príncipe não entendeu. A raposa explicou o que ela queria dizer, e disse ao príncipe que se ele quisesse um amigo, teria que cativá-lo. Então eles criariam um vínculo, e seriam únicos um para o outro. O príncipe percebeu que sua rosa tinha lhe cativado. Ele voltou todos os dias para ver a raposa, sentando mais perto cada dia, até que a raposa foi cativada e eles ficaram amigos. Quando o príncipe foi embora, a raposa lhe disse que ele era responsável por sua rosa, porque ele a tinha cativado.

O príncipe descobriu que ele precisava voltar para casa para cuidar de sua rosa. O narrador ficou muito triste, mas o príncipe disse que eles sempre seriam amigos e que toda vez que o narrador olhasse para as estrelas, ele pensaria no príncipe.

Em suas viagens, o príncipe aprende o que significa amar alguém. Ele descobre o tanto que sua rosa é importante para ele, mesmo que às vezes ela seja difícil. As pessoas que vivem sozinhas nos planetas que o príncipe visita parecem ser uma metáfora da solidão e isolamento entre os adultos. O rei, o homem presunçoso e os outros ficam presos em uma maneira de olhar para si mesmos e interagir com as poucas pessoas que eles encontram, e são incapazes de genuinamente se comunicar. Eles não guardaram nada da mente aberta que podem ter tido quando crianças. O príncipe sai de toda a experiência crendo que vale a pena amar alguém, mesmo que isto algumas vezes traga tristeza


Um filme de magia e aventura. Bela Bomtempo (Dakota Blue Richards) uma garota de 13 anos, órfã, tem que abandonar sua luxuosa casa e todas as mordomias com que esta acostumada e se mudar para a sombria mansão de seu tio Benjamin (Ioan Gruffudd) no misterioso Vale da Lua. E é na floresta que cerca a propriedade de seu tio, que a garota descobre a verdade sobre uma maldição que divide duas famílias há séculos e que poderá destruir o todo vale. Bela, precisa quebrar o feitiço antes do nascimento da 5.000ª lua cheia que se aproxima, contando apenas com a ajuda de Chef Pierre - um cozinheiro maluco, sua babá Sra. Lavandísca e Rufus, o cão misterioso que a protege de estranhos e dos perigos que a floresta reserva. Prepare-se para esta aventura!

Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou roupas chiques.
Água e alimento já são o suficiente.
Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não.
Entregue seu coração e ele lhe dará o dele.
De quantas pessoas podemos dizer o mesmo?
Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial?
Quantas pessoas nos fazem sentir...
EXTRAORDINÁRIOS?

retirado do filme:Marley e eu.

Grande Edgar

É grande mas vale apena ler...


Já deve ter acontecido com você.
- Não está se lembrando de mim?
Você não está se lembrando dele. Procura, freneticamente, em todas as fichas armazenadas na memória o rosto dele e o nome correspondente, e não encontra.
E não há tempo para procurar no arquivo desativado. Ele está ali, na sua frente, sorrindo, os olhos iluminados, antecipando a sua resposta.

Lembra ou não lembra? Neste ponto, você tem uma escolha.
Há três caminhos a seguir.Um, o curto, grosso e sincero
.- Não.
Você não está se lembrando dele e não tem por que esconder isso.
O “Não” seco pode até insinuar uma reprimenda à pergunta.
Não se faz uma pergunta assim, potencialmente embaraçosa, a ninguém, meu caro.
Pelo menos não entre pessoas educadas. Você devia ter vergonha. Não me lembro de você e mesmo que lembrasse não diria. Passe bem.
Outro caminho, menos honesto mas igualmente razoável, é o da dissimulação.
- Não me diga. Você é o... o...
“Não me diga”, no caso, quer dizer “Me diga, me diga”.
Você conta com a piedade dele e sabe que cedo ou tarde ele se identificará, para acabar com a sua agonia.

Ou você pode dizer algo como:
- Desculpe deve ser a velhice, mas...
Este também é um apelo à piedade.
Significa “Não torture um pobre desmemoriado, diga logo quem você é!”
É uma maneira simpática de dizer que você não tem a menor idéia de quem ele é, mas que isso não se deve à insignificância dele e sim a uma deficiência de neurônios sua.

E há o terceiro caminho. O menos racional e recomendável.
O que leva à tragédia e à ruína. E o que, naturalmente, você escolhe.
- Claro que estou me lembrando de você!
Você não quer magoá-lo, é isso. Há provas estatísticas que o desejo de não magoar os outros está na origem da maioria dos desastres sociais, mas você não quer que ele pense que passou pela sua vida sem deixar um vestígio sequer.
E, mesmo, depois de dizer a frase não há como recuar. Você pulou no abismo. Seja o que Deus quiser. Você ainda arremata:
- Há quanto tempo!
Agora tudo dependerá da reação dele. Se for um calhorda, ele o desafiará.
- Então me diga quem eu sou.
Neste caso você não tem outra saída senão simular um ataque cardíaco e esperar, falsamente desacordado, que a ambulância venha salvá-lo. Mas ele pode ser misericordioso e dizer apenas:
- Pois é.
Ou:
- Bota tempo nisso.
Você ganhou tempo para pesquisar melhor a memória. Quem é esse cara, meu Deus? Enquanto resgata caixotes com fichas antigas do meio da poeira e das teias de aranha do fundo do cérebro, o mantém à distância com frases neutras como “jabs” verbais.
- Como cê tem passado?
- Bem, bem.
- Parece mentira.
- Puxa.(Um colega da escola. Do serviço militar. Será um parente? Quem é esse cara, meu Deus?)Ele está falando:
- Pensei que você não fosse me reconhecer...
- O que é isso?!
- Não, porque a gente às vezes se decepciona com as pessoas.
- E eu ia esquecer você? Logo você?
- As pessoas mudam. Sei lá.
- Que idéia!(É o Ademar! Não, o Ademar já morreu. Você foi ao enterro dele. O... o... como era o nome dele? Tinha uma perna mecânica. Rezende! Mas como saber se ele tem uma perna mecânica? Você pode chutá-lo, amigavelmente. E se chutar a perna boa? Chuta as duas. “Que bom encontrar você!” e paf, chuta uma perna. “Que saudade!” e paf, chuta a outra. Quem é esse cara?)
- É incrível como a gente perde contato.
- É mesmo.
Uma tentativa. É um lance arriscado, mas nesses momentos deve-se ser audacioso.
- Cê tem visto alguém da velha turma?
- Só o Pontes.
- Velho Pontes!(Pontes. Você conhece algum Pontes? Pelo menos agora tem um nome com o qual trabalhar. Uma segunda ficha para localizar no sótão. Pontes, Pontes...)
- Lembra do Croarê?
- Claro!
- Esse eu também encontro, às vezes, no tiro ao alvo.
- Velho Croarê!(Croarê. Tiro ao alvo. Você não conhece nenhum Croarê e nunca fez tiro ao alvo. É inútil. As pistas não estão ajudando. Você decide esquecer toda a cautela e partir para um lance decisivo. Um lance de desespero. O último, antes de apelar para o enfarte.)
- Rezende...
- Quem?
Não é ele. Pelo menos isso está esclarecido.
- Não tinha um Rezende na turma?
- Não me lembro.
- Devo estar confundindo.
Silêncio. Você sente que está prestes a ser desmascarado.
- Sabe que a Ritinha casou?
- Não!
- Casou.
- Com quem?
- Acho que você não conheceu. O Bituca.
Você abandonou todos os escrúpulos. Ao diabo com a cautela. Já que o vexame é inevitável, que ele seja total, arrasador. Você está tomado por uma espécie de euforia terminal. De delírio do abismo. Como que não conhece o Bituca?
- Claro que conheci! Velho Bituca...- Pois casaram...
É a sua chance. É a saída. Você passa ao ataque.
- E não me avisaram nada?!
- Bem...
- Não. Espera um pouquinho. Todas essas coisas acontecendo, a Ritinha casando com o Bituca, o Croarê dando tiro, e ninguém me avisa nada?!
- É que a gente perdeu contato e...
- Mas o meu nome está na lista, meu querido. Era só dar um telefonema. Mandar um convite.
- É...
- E você ainda achava que eu não ia reconhecer você. Vocês é que esqueceram de mim!
- Desculpe, Edgar. É que...
- Não desculpo não. Você tem razão. As pessoas mudam...

(Edgar. Ele chamou você de Edgar. Você não se chama Edgar. Ele confundiu você com outro. Ele também não tem a mínima idéia de quem você é. O melhor é acabar logo com isso. Aproveitar que ele está na defensiva. Olhar o relógio e fazer cara de “Já?!”)
- Tenho que ir. Olha, foi bom ver você, viu?
- Certo, Edgar. E desculpe, hein?
- O que é isso? Precisamos nos ver mais seguido.
- Isso.
- Reunir a velha turma.
- Certo.
- E olha, quando falar com a Ritinha e o Mutuca...
- Bituca.
- E o Bituca, diz que eu mandei um beijo. Tchau, hein?
- Tchau, Edgar!Ao se afastar, você ainda ouve, satisfeito, ele dizer “Grande Edgar”. Mas jura que é a última vez que fará isso.

Na próxima vez que alguém lhe perguntar “Você está me reconhecendo?” não dirá nem não. Sairá correndo.

texto retirado do livro:As mentiras que os homens contam,de Luis Fernando Veríssimo